Soluções
Engenharia clínica com cada equipamento rastreado e cada medição defendida.
Na engenharia clínica, a pergunta nunca é só “o equipamento foi mantido?”, mas “prove”. Qual padrão foi usado na calibração, com que incerteza, quem executou, quem revisou, quando vence o próximo ciclo. A Atus reúne o parque de equipamentos médicos, as preventivas, a calibração com incerteza calculada e os documentos com vencimento em um só lugar — com um certificado que o hospital consegue verificar sozinho.
- Categoria própria para equipamentos médicos
- Preventivas recorrentes com checklist por cliente
- Calibração com incerteza calculada pelo GUM
- Certificado com assinatura digital e validação por QR code
- Evidências de quem executou, revisou e assinou
- Documentos com vencimento e controle de acesso
O parque de equipamentos médicos organizado por cliente e local
Cada equipamento é cadastrado com código, número de série, fabricante, modelo e localização em local, prédio e andar — como a equipe procura um monitor dentro de um hospital. Equipamentos médicos têm categoria própria, e o status mostra o que está operacional, o que precisa de manutenção, o que está fora de serviço e o que foi desativado.
Para quem presta serviço a vários hospitais e clínicas, cada equipamento pertence a um cliente, e cada cliente pode ter as suas unidades.
Preventivas e inspeções que não dependem de planilha
Os planos de preventiva geram a OS de cada equipamento na data certa, com o checklist e o técnico já definidos, e param sozinhos ao fim do número de ocorrências contratado. Checklists podem ser específicos do hospital, com foto obrigatória nos itens críticos.
A OS registra horários reais, fotos, peças e assinaturas, e o laudo sai em PDF para o prontuário do equipamento.
Calibração com o rigor que o certificado exige
O módulo de calibração foi construído para a engenharia clínica. Os padrões ficam cadastrados com certificado, data de vencimento e órgão calibrador; os registros de pontos definem tolerâncias, referências de método e condições ambientais exigidas.
A incerteza expandida é calculada pelo GUM — tipo A, tipo B e resolução do padrão e do equipamento, combinadas por Welch–Satterthwaite com k para 95,45% —, e o resultado de cada ponto aparece para o técnico na frente do equipamento, inclusive offline.
OS-4821
Em execuçãoCompressor C-102
Preventiva · 2h estimadas
- Substituir filtro de admissão
- Verificar pressão de trabalho
- Inspecionar tensão da correia
Offline · sincroniza ao reconectar
Um certificado que o hospital verifica sozinho
O certificado é emitido a partir de uma cópia congelada dos dados, com hash SHA-256 impresso e assinatura digital PAdES da plataforma. Pelo QR code, quem recebe o documento abre a página pública de validação e confere emissor, equipamento, data, hashes e dados da assinatura.
O certificado congela as evidências de participação — quem abriu, executou, revisou e assinou, e por qual canal —, e toda gravação de uma calibração registra o estado anterior. Para laboratórios que seguem o caminho de correção da ISO/IEC 17025, item 7.8.8, a correção após a conclusão pode ser habilitada, sempre preservando o que foi emitido.
Manuais, laudos e certificados com prazo
Na governança documental, cada documento é ligado ao equipamento e ao cliente, com data de vencimento que é aplicada automaticamente e permissões de leitura e edição por usuário ou perfil. Os padrões de calibração também têm a sua data de vencimento registrada.
Feito para onde o sinal não chega
Subsolos, centros cirúrgicos, salas blindadas: o app funciona offline, com as folhas de calibração, os checklists e as assinaturas guardados no aparelho até a conexão voltar. E a assinatura do responsável do setor pode ser colhida por um link no celular dele, sem que ele precise pegar o aparelho do técnico.
Da OS ao certificado, passo a passo
A OS é aberta para o equipamento e marcada como calibração, com o registro de pontos adequado. Em campo, o técnico registra as condições ambientais e as leituras de cada ponto, e vê na hora o resultado e a incerteza de cada um, calculados no próprio aparelho.
Com a folha concluída — aprovada, reprovada ou aprovada com restrição —, a OS é finalizada e o certificado é gerado automaticamente, com a assinatura digital aplicada em seguida. Técnico e gestor acompanham o status do certificado no app e no dashboard, e o hospital recebe um documento que pode conferir sozinho pelo QR code.
Perguntas frequentes
O que todo gestor pergunta antes de contratar.
Continue explorando
Folhas de calibração com incerteza pelo GUM, padrões rastreáveis, certificado em PDF com assinatura digital PAdES e validação pública por QR code.
Cadastro de equipamentos com código, série, fabricante, modelo e localização, status operacional e histórico de OS, preventivas e calibrações.
Planos de preventiva que abrem a OS sozinhos: nove frequências, fim por data ou ocorrências, checklist herdado e cronograma por mês, semana e dia.
Pastas, documentos ligados a clientes e equipamentos, vencimento automático, permissão por usuário ou perfil, histórico e modelos que geram PDF.
Modelos de checklist para a empresa ou por cliente, com itens de marcar, texto ou seleção, seções e foto obrigatória, respondidos no app ou no WhatsApp.
App Android e iOS em que o técnico executa a OS sem sinal: checklist, fotos, peças e assinatura ficam no aparelho e sobem sozinhos quando a rede volta.
Pronto para ter controle, auditoria e IA no mesmo ecossistema?
Veja a Atus rodando com os dados do seu cenário em uma demonstração de 30 minutos.