Funcionalidades

Calibração com incerteza calculada e certificado verificável.

Um certificado de calibração só vale o que ele consegue defender: de onde veio cada número, contra qual padrão ele foi medido, com que incerteza e quem estava lá. O módulo de calibração da Atus registra as medições em campo, calcula o orçamento de incerteza pelo GUM, emite o certificado assinado digitalmente e publica uma página onde qualquer pessoa confere a autenticidade do documento pelo QR code.

  • Padrões com certificado, validade e órgão calibrador
  • Registros de pontos com tolerância absoluta, % ou faixa
  • Incerteza expandida calculada pelo GUM
  • Condições ambientais registradas na folha
  • Certificado em PDF com assinatura digital PAdES
  • Validação pública do certificado por QR code

Calibração dentro da ordem de serviço

A calibração é um módulo contratado à parte. Com ele ativo, qualquer OS pode ser marcada como calibração — sempre de um equipamento —, e a folha de calibração é preenchida durante a execução, no app, no dashboard ou pelo link web de conclusão.

Você decide se a OS pode ser concluída com uma calibração em aberto. Com a exigência ligada, a OS de calibração só fecha quando a folha tem um resultado.

Padrões rastreáveis e registros de pontos

Os padrões usados na medição são cadastrados com tipo, fabricante, modelo, número de série, número do certificado de calibração, data de calibração, data de vencimento, órgão calibrador e anexos. É o que dá rastreabilidade à medição impressa no certificado.

Os registros de padrões definem como uma calibração é feita: referência de método e de procedimento, os pontos a medir e a tolerância de cada um — em valor absoluto, em percentual do nominal ou como faixa assimétrica. Quando o procedimento exige, o registro pede as condições ambientais — temperatura, umidade e pressão —, com nominal e incerteza. Os registros têm versão, e a folha copia os pontos no momento da calibração, para que uma revisão do registro no mês seguinte nunca reescreva uma folha já preenchida.

Incerteza que se explica

Incerteza expandida e fator de abrangência não são números digitados: são calculados a partir de quatro fontes, seguindo o GUM.

  • Tipo Aa dispersão das leituras realmente feitas, u = s/√n, com n − 1 graus de liberdade.
  • Tipo Ba incerteza certificada do padrão naquele ponto, u = U/k.
  • Resoluçãoa menor divisão que o padrão e o equipamento conseguem mostrar, u = d/(2√3) para cada um — o termo que impede uma medição de declarar incerteza zero.
  • Welch–Satterthwaite e t de Studentcombinam as fontes em graus de liberdade efetivos e chegam ao fator k para 95,45% de abrangência.

O número que o técnico viu é o número do certificado

Cada ponto é julgado contra a sua faixa de aceitação — aprovado ou reprovado —, e a calibração como um todo recebe o resultado aprovado, reprovado ou aprovado com restrição. O cálculo acontece no aparelho, inclusive offline, na frente do equipamento.

O servidor refaz o cálculo, mas não substitui o valor que o técnico viu e aprovou em campo. Se os dois divergirem, a divergência fica registrada com os dois valores, para que alguém investigue — um certificado nunca contradiz o que foi aprovado no local.

OS-4821

Em execução

Compressor C-102

Preventiva · 2h estimadas

  • Substituir filtro de admissão
  • Verificar pressão de trabalho
  • Inspecionar tensão da correia
Foto Assinar

Offline · sincroniza ao reconectar

Certificado assinado e verificável

Na conclusão da OS, o certificado é emitido a partir de uma cópia congelada dos dados da calibração. Um hash SHA-256 do conteúdo é impresso no próprio documento, e o PDF recebe uma assinatura digital PAdES aplicada pela plataforma. Correções geram novas revisões do certificado.

Cada certificado traz um QR code que leva a uma página pública de validação, onde quem recebeu o papel confere o emissor, o equipamento, a data, os hashes do conteúdo e do arquivo assinado e os dados do certificado digital usado na assinatura.

O certificado é honesto sobre o que a assinatura prova: que o arquivo não foi alterado e quem o assinou — não que a medição está certa, o que depende do procedimento, dos padrões e do responsável técnico.

Evidências de quem participou, e trilha de cada alteração

O certificado congela as evidências de participação: quem abriu a OS, quem foi designado, quem executou as medições, quem revisou e quem assinou — com o canal pelo qual cada um foi autenticado. Toda gravação de uma calibração registra antes o estado anterior, incluindo reenvios vindos do app.

Para empresas que seguem o caminho de correção previsto na ISO/IEC 17025, item 7.8.8, uma preferência permite corrigir a folha pelo dashboard depois de a OS ser concluída. Fica desligada por padrão, e cada correção preserva o que o certificado dizia quando foi emitido.

Perguntas frequentes

O que todo gestor pergunta antes de contratar.

  • Cadastro de equipamentos com código, série, fabricante, modelo e localização, status operacional e histórico de OS, preventivas e calibrações.

  • Assinatura do técnico e do cliente na tela do app ou por link de uso único enviado ao cliente, com exigência por cliente e registro no laudo da OS.

  • App Android e iOS em que o técnico executa a OS sem sinal: checklist, fotos, peças e assinatura ficam no aparelho e sobem sozinhos quando a rede volta.

  • Pastas, documentos ligados a clientes e equipamentos, vencimento automático, permissão por usuário ou perfil, histórico e modelos que geram PDF.

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